Município de Almodôvar

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Exposição de Pintura “Memórias da Cidade”, de Manuel Passinhas


Vai ser inaugurada já no próximo dia 3 de Fevereiro, Quinta-feira, pelas 18h, a Exposição de Pintura de Manuel Passinhas, intitulada “Memórias da Cidade”, exposição que estará patente até dia 20 de Março de 2011, na Galeria de Exposições da Praça.
Manuel Passinhas nasceu em Beja, em 1959, e vive actualmente em Mértola. Oriundo de uma família ligada às artes, nomeadamente à pintura e escultura, cedo achou interesse nas artes plásticas, tendo iniciado o seu percurso pela escultura. Entretanto, o seu círculo de amigos do Liceu de Beja, ligado sobretudo à pintura, acabou por influenciar o artista, levando-o pouco a pouco a optar pela pintura como modo de expressão artística. Já perdeu a conta a quantas telas pintou nos últimos 30 anos e, desde 1982, vem participando numa série de concursos e exposições, colectivas e individuais, entre elas a XIII Galeria Aberta, em Beja, em 2003/2004. Em 1993 foi o 1.º classificado no concurso “A Arte nas Terras do Cante” e, já em 1996, obteve o 3.º lugar no concurso de cartazes alusivos ao Dia Mundial do Teatro, promovido pelo grupo de teatro “Jodicus”. Em 2005 foi 1º classificado no concurso “O Contrabando”, tendo feito a publicação do trabalho na capa do livro sobre o mesmo tema, de Luís Maçarico.
Em “Memórias da Cidade” Manuel Passinhas narra-nos “tempos gravados na sai memória, que são imagens de histórias baseadas em factos por si imaginados. O autor viaje, nas suas telas, por terras do além, terras que estão longe mas que, ao mesmo tempo, parecem acercar-se de nós, arquitectando um mundo pertença da fantasia”. “Pinta paisagens que nos reenviam para a amplitude da planície alentejana, para a entidade de um povo que palmilha de lés a lés pelos campos semeados do tempo… E lá ao fundo poderá estar a sua cidade, agora distante, que é a cidade de Beja.” Passinhas “antevê nas suas cidades invisíveis a ideia do construir um tempo que não se apaga… porque é o seu tempo! O Artista funde o tempo, torna-o intemporal, ao gravá-lo no papel ou na tela!”